quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Voltei a provar do mesmo.
A viver a história da mesma maneira.
A minha cabeça absorveu exactamente as mesmas palavras de outrora, proferidas agora por outra boca.
E os meus olhos verteram, da mesma maneira, a dor que senti ao interiorizá-las.

Voltei a ser o mártir.
Voltei a não saber usar as armas que fui criando.
Mas voltei...o importante é isso. É ter voltado depois de sonhos e expectativas criadas, por muito em vão que fossem. É ter voltado à crua e dura realidade que sou só alguém que tem de ser feliz por ela própria.

Seja feita a vossa vontade!

1 comentário:

Ana disse...

Nada começa, nada acaba. As coisas existem e estamos sujeitos ao que vier!

Beijinho