quarta-feira, 9 de maio de 2012

Chamemos-lhe só...amor.

Que se delimite a fronteira entre o gostar e a paixão.
Que se delimite também o querer e o ter.
E se não for pedir muito...que se tirem os limites a tudo isso e lhe chamemos só: amor.

1 comentário:

Maria Paula Vieira disse...

Sonhador esse textinho. Lindo!